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Dia de Ação em Defesa do IFRJ e da Educação Pública

Na última terça-feira, 24 de maio, o SINTIFRJ realizou o Dia de Ação em Defesa do IFRJ e da Educação Pública, com ações em todos os campi e paralisação das atividades ordinárias a fim de mobilizar e conscientizar a comunidade do IFRJ acerca dos motivos do estado de greve dos servidores federais e das reivindicações da categoria. Um momento de avanço para as pautas do SINTIFRJ, pois houve adesão de mais servidores e estudantes à nossa luta.

Campus Rio de Janeiro, junto com a Reitoria

No campus Rio de Janeiro, servidores da Reitoria e do Campus Rio de Janeiro se planejaram e realizaram apresentação do filme “Resistir e Florescer” em três horários, pela manhã, tarde e noite, com debates conduzidos por líderes sindicais (MEP) e de movimento estudantil (FENET), docentes e alunos. 

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Campus Arraial do Cabo

O dia foi bastante produtivo em Arraial do Cabo. Pela manhã, após o Café com o Sindicato, foi exibido o filme “Você não estava aqui”, com livre debate, em seguida, mediado pelos professores Leandro e Rafael Brasil. Após o intervalo para almoço, a roda de conversa sobre questões raciais teve mediação de Ana Luiza da Comissão de Mulheres da AERJ e de Tamara Mariano, assistente Social, especialista em Políticas Públicas para população negra e militante do Movimento Negro Perifa Zumbi. À tarde houve também apresentações culturais e lanche com o sindicato e o grêmio estudantil, além de uma roda de conversa sobre questões de gênero e combate ao assédio no ambiente escolar mediada pela membra da Comissão de Mulheres da AERJ, Luiza, e por Henrique, psicólogo do campus Arraial do Cabo. Uma oficina de produção e colagem de cartazes aconteceu ao cair da tarde e, após um lanche com o sindicato e o grêmio no início da noite, uma roda de conversa sobre a defesa da educação pública, gratuita e de qualidade, e sobre como os últimos ataques do governo Bolsonaro afetam o funcionamento do IFRJ, mediada pelo coordenador-geral do SINTIFRJ, prof. Fernando de Oliveira, por Gabriel Leles, presidente do Grêmio Nilda Cunha e Diretor da FENET e por Gustavo Távora, assessor do deputado federal Glauber Braga do Psol, foi realizada no campus.  

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Campus Nilópolis

Em Nilópolis, a programação também foi extensa. Logo pela manhã, o debate “Fatos sobre o abandono da educação pública: como isso afeta a comunidade do IFRJ”, organizado pela professora do IFRJ e coordenadora de finanças e patrimônio do SINTIFRJ, Luiggia Girardi, e pelos professores Affonso Pereira e Davi San Gil teve lugar no auditório. As atividades da tarde foram abertas por duas rodas de conversa: sobre assédio e sobre LGBTQIAPN+ fobia; e, depois, houve um ato dos estudantes em defesa da educação pública e do campus, com concentração e oficina de cartazes no pátio do Instituto. Por lá, o dia terminou com a exibição e debate do filme “O Corte”, de Donald E. Westlake e Constantine Costa Gavras, no auditório, evento organizado pelos professores Fernando Brame e Luiggia Girardi. 

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Campus São Gonçalo

Em São Gonçalo, houve bate-papo com estudantes sobre as mobilizações após o café da manhã e os eventos “Memória do Campus” (prof.ª Rosane), “Bate-papo com Maíra” e “Apresentação do Islã” (com Yuri Davi). Um ensaio de bateria agitou a tarde no campus e teve também oficina de faixas de cartazes e lanche, terminando o dia com a atividade “Memória do Campus”, no final da tarde. 

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Campus São Gonçalo

No campus Realengo, a ação ocorreu na parte da tarde, em evento online transmitido pela rede do campus Realengo no YouTube, com uma roda de conversa com o cientista político e professor do UFFRJ, Leandro Lapa, com o tema “Brasil: entre avanços, golpes e retrocessos”.

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Campus São João de Meriti

Em São João de Meriti, um diálogo dos estudantes de Informática com a comunidade aconteceu pela manhã. De tarde, os grêmios e CART realizaram ações no campus e, à noite, uma palestra do professor Sylvio Augusto de Mattos Cruz fez uma análise de como a pandemia, a péssima condução do governo Bolsonaro e a guerra entre a Ucrânia e a Rússia afetam negativamente os salários e vida dos brasileiros.

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Campus Pinheiral

Em Pinheiral, o dia começou com um debate entre os professores Danilo, da cadeira de História, e Michel Torres, de Sociologia, a respeito da conjuntura política atual e da necessidade da defesa do funcionalismo público.

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Campus Niterói

No campus Niterói, foi realizada a Roda de Conversa “Readequação inflacionária, já! Basta de precarização e empobrecimento”, que ocorreu em dois turnos (manhã e tarde) e contou com a ampla participação de servidores e estudantes. Nossos estudantes compartilharam como a crise vem impactando também suas famílias e compreenderam como a luta pelo que é público é dever de todos. As(os) presentes saíram de lá com a certeza de que devemos seguir mobilizadas(os) e que um caminho de ação é a organização coletiva.

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Precisamos avançar enquanto consciência coletiva na luta pelos nossos direitos, e no dia a dia nos nossos espaços dentro do IFRJ, reforçar na prática a palavra de ordem: “A nossa luta unificou! É estudante junto com trabalhador!”

Em breve, a Direx convocará uma assembleia-geral para avaliarmos as atividades e nossos próximos passos de luta!

 

Saudações sindicais de luta!

 

Direção Executiva do SINTIFRJ 

Biênio 2021-2023 

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